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11월 9일 
Diante da imensidão azul do céu Abri os meus braços e recebi nos pulmões o sopro da vida, E pensei comigo mesmo: depois como um menestrel; Narrarei o que se passou aqui comigo, na ida e na partida. Cheguei naquele braço de mar muito bem disposto À externar meus males e deixar mais uma vez ali o meu passado, Conversando com a natureza expus mais uma vez meus desgostos; Por ter pensado um dia que a minha vida havia acabado... Coloquei meus pés em contato com a areia do mar e senti boa energia Transbordar meu corpo com doce e estranha sensação, De que aqueles momentos acabariam com a letargia; E ao mesmo tempo espantaria a minha solidão. Senti aquela brisa em meu rosto e mais uma vez recordei Meu sonho de liberdade recente reconquistado, E disse pra mim mesmo: agora eu novamente sei; O que é se sentir novamente por alguém amado e valorizado. Não quis me prender à hora, só quis curtir aquele momento E aquela natureza quase que totalmente intacta me trouxe mais uma lição, É preciso retirar da nossa vida todo e qualquer tipo de lamento; Quando algo ou até alguma pessoa não fizer bem ao seu coração. Enchi meus pulmões repetidamente com ar puro e respirei com ardor aquela paz Em minha cidade com facilidade este momento não acabaria, Mas junto ao mar, por fim cavei um pequeno buraco e disse aqui mais uma vez jaz; Todo desamor, desalento e toda e qualquer falta de calmaria... Passei a observar as aves marinhas e por um instante com elas desejei voar Sei que delas é o céu, a terra e todo aquele maravilhoso ecossistema, Me contentei em ser privilegiado por ali poder estar; E poder esquecer até dos meus problemas. Emblemática a tarde veio anunciando de mansinho a sua chegada O sol se punha no horizonte dizendo : estou indo pra outro lugar, Lembrei de minha graciosa, que é a minha amada; E o que estaria à fazer longe de mim, o que estaria à pensar?... Mas não foi tristeza que rememorei esta saudade Nem com desalento no coração que eu desejei mais uma vez te sentir, Sei que em algum momento me aguarda plena felicidade; E que também não desejarás fugir quando puderes ao mar junto comigo vir... Meu especial pedaço de mar por lá ainda me (nos) espera Sei que não sou dono do tempo, mas desejo a eternidade, Quando meu(nosso) amor não será apenas efêmera quimera; Nem trará também nenhuma infelicidade. Por fim , o mar renovou meu amor por tua pessoa Voltei pra cidade com flores e com muita emoção, Nos meus ouvidos ainda ouço as ondas que ressoam; Enquanto sinto que sinto que TE AMO mais forte em meu coração...
9월 24일
olá amigos e amigas voltei ...
agradeço a todos ,os belos comentários
a todos muito obrigado pelo carinho
6월 12일

amigos se calhar esta é a ultima postagem
que eu faço por agora.
provavelmente estarei ausente, uns dias, meses! não sei !!
mas já tenho saudades de vocês.
um grande carinho a todos.
teresa
Livro do meu amor, do teu amor, Livro do nosso amor, do nosso peito... Abre-lhe as folhas devagar, com jeito, Como se fossem pétalas de flor.
Olha que eu outro já não sei compor Mais santamente triste, mais perfeito. Não esfolhes os lírios com que é feito Que outros não tenho em meu jardim de dor!
Livro de mais ninguém! Só meu! Só teu! Num sorriso tu dizes e digo eu: Versos só nossos mas que lindos sois!
Ah! meu Amor! Mas quanta, quanta gente Dirá, fechando o livro docemente: "Versos só nossos, só de nós os dois!..."
teresa
FLORBELA ESPANCA
6월 1일

Uma velha casa, em uma estrada, Toda de terra, empoeirada. Era tão bela, aquela casa! Feita de pedra, tão bem trajada, Teto de palha. Que meu caminho, só me levava, A dita casa.
E bem mais perto, da velha casa. Na mesma estrada, já tão pisada, Toda sem graça, desengonçada. Escuto algo, ou será nada? Naquela estrada, Um velho fado! Na dita casa.
Já na soleira, da velha casa. Olhando agora, pra sua alma, Toda singela, despenteada, Cantava um fado, Uma velha. Chapéu de palha, Dona da casa.
Senti saudades de outra casa, De outra era, em outra estrada, Toda molhada, feita de água. De minha mãe, Que lá cantava, Um velho fado, que me ninava. Na minha casa.
teresa
SILVANEY PAES 5월 28일

Sonho que sou a Poetisa eleita, Aquela que diz tudo e tudo sabe, Que tem a inspiração pura e perfeita, Que reúne num verso a imensidade!
Sonho que um verso meu tem claridade Para encher o mundo! E que deleita Mesmo aqueles que morrem de saudade! Mesmo os de alma profunda e insatisfeita!
Sonho que sou Alguém cá neste mundo... Aquela de saber vasto e profundo, Aos pés de quem a Terra anda curvada!
E quando mais no céu eu vou sonhando, E quando mais no alto ando voando, Acordo do meu sonho... E não sou nada!...
teresa
Florbela Espanca
5월 22일

Campanha do Beijo Se você pensa que quando beija só sua boca trabalha, está completamente por fora. Fique sabendo que todo o seu organismo entra em ação. Além dos seus cinco sentidos: paladar, olfato, audição, visão e tato entrarem na jogada... seu coração dispara.
Se normalmente ele dá de 60 a 80 batidas por minuto, na hora do beijo acelera em ritmo alucinante chegando a 150 batidas por minuto. Nada menos do que 29 músculos faciais fazem hora extra por causa de um simples beijinho. Um beijo daqueles dignos de um telão de cinema e que deixe o pessoal da platéia morrendo de inveja da mocinha exerce uma pressão de 12 quilos sobre os lábios.
Já um beijinho que se dá num bebê pode ser pesado em gramas. Segundo os estudiosos, um beijo caliente que dure 10 segundos, é capaz de queimar 12 calorias. Se essas contas são verdadeiras mesmo taí um exercício e tanto para quem quer manter a linha. Então, veja quantos beijos você tem de dar para dizer adeus às calorias de:
1 latinha de Coca-Cola = 11,5 beijos
1 barra de chocolate (100 g) = 45 beijos
1 bola de sorvete de morango = 6 beijos
1 bala de goma = 2,5 beijos
1 tacinha de pudim de baunilha = 10 beijos
1 dropes = 1,5 beijos
1fatia de bolo sem recheio = 16 beijos
1 Latinha de cerveja = 14 beijos
( e como será que se dá meio beijo ? )
Por isso, pelo sim pelo não, faça já sua adesão a essa campanha :
"Emagreça beijando"
teresa 5월 17일
Irrompe à força este sentir que não sei, não domino, e em canto brota em mim o grito
meus passos agitam-se nas sombras do caminho, meus braços animam-se ensaiando gestos, amputados na busca contorcidos na forma de abraçar
meus olhos, silenciados mares drenaram torrentes, esgotaram seu sal.
e a besta acoitada em mim rasga o que esperei e em pedaços me devolve a vida.
ANGELA SANTOS
5월 8일

2º ANDAR DIREITO
Ele vinte anos, e ela dezoito e há cinco dias sem trocarem palavra lembrando as zangas que um só beijo curava e esta história começa no instante em que o homem empurra a porta pesada e entra no quarto onde a mulher está deitada a dormir de um sono ligeiro
E no quarto, às cegas, o escuro abraça-o como que a um companheiro que se conhece pelo tocar e pelo cheiro e é o ruído que o chão faz que lhe traz o gosto ao quarto depois de uma ruptura faz-lhe sentir que entre os dois algo ainda dura dos dias em que um beijo bastava
E agora, da cama vem uma voz que diz sussurrando: És tu? e a luz acende-se sobre um braço nu e a mulher pergunta: a que vens agora? é que não sei se reparaste na hora deixa dormir quem quer dormir, vai-te embora amanhã tenho de ir trabalhar.
Não fales, que o bebé ainda acorda não grites, que o vizinho ainda acorda e não me olhes, que o amor ainda acorda deixa-o dormir o nosso amor, um bocadinho mais deixa-o dormir, que viveu dias tão brutais
E o homem, de pé Parece um rapazinho a ver se compreende e grita e diz que ele também não se vende que quer a paz mas de outra maneira e nem que essa noite fosse a derradeira veio afirmar quer ela queira ou não queira que os dois ainda têm muito a aprender
Se temos...! Diz ela mas o problema não é só de aprender é saber a partir daí que fazer e o homem diz: que queres que responda? Não estamos no mesmo comprimento de onda... Tu a mandares-me esse sorriso à Gioconda e eu com ar de filme americano
Somos tão novos, diz o homem e agora é a vez de a mulher se impacientar essa frase já começa a tresandar é que não é só uma questão de idade o amor não é o bilhete de identidade é eu ou tu, seja quem for, ter vontade de mudar e deixar mudar
E assim se ouviu pela noite fora os dois amantes falar e o que não vi só tive de imaginar é preciso explicar que sou a vizinha e à noite vivo neste quarto sozinha corpo cansado e cabeça em desalinho e o prédio inteiro nos meus ouvidos
Veio a manhã e diziam telefona ao teu patrão, diz que hoje não vais que viveste uns dias assim tão brutais e que precisas de convalescença sei lá, inventa qualquer coisa, uma doença mete um atestado ou pede licença sem prazo nem vencimento, se preciso for (espero que não seja preciso, porque não sei como é que eles vão viver sem os dois salários...)
Vá fala que o bebé está acordado e a vizinha deve estar já acordada e o amor, pronto, também está acordado mas tem cuidado, trata-o bem muito bem, de mansinho que ainda agora vai pisar outro caminho.
5월 1일

QUERIDAS AMIGAS . EU SOU MÃE DE DOIS LINDOS FILHOS SÃO DOIS FILHOS MARAVILHOSOS . E COMO ESTÁ A CHEGAR O DIA DA MÃE DEDICO ESTE POEMA A TODAS AS MÃES DO MUNDO
A TI, MINHA MÃE -
Do teu ventre brotei para esta Vida E o meu primeiro choro de criança, Foi um grito de dor pela mudança Na uterina hora da partida.
Tua boca de amor humedecida Insuflou no meu rosto a confiança, Depondo em minhas faces essa herança Duma ternura intensa, desmedida. Tua filha, minha Mãe, jamais se esquece Dos valores - que em mim - alimentaste Como o Amor, o Carinho, a Lealdade,
Numa herança que vive e permanece No cofre do meu peito, onde ficaste Como a mais bela Flor desta Saudade.
Fernando Peixoto
4월 27일
Amizades são feitas de pedacinhos.
Amizades são feitas de pedacinhos. Pedacinhos de tempo que vivemos com cada pessoa. Não importa a quantidade de tempo que passamos com cada amigo, mas a qualidade do tempo que vivemos com cada pessoa. Cinco minutos podem ter uma importância muito maior do que um dia inteiro.
Assim, há amizades que são feitas de risos e dores compartilhados; outras de escola;outras de saídas,cinemas,diversões; há ainda aquelas que nascem e a gente nem sabe de quê, mas que estão presentes. Talvez essas sejam feitas de silêncios compreendidos, ou de simpatia mútua sem explicação.
Hoje em dia, muitas amizades são feitas só de e-mails e essas não são menos importantes. São as famosas "amizades virtuais". Diferentes até, mas não menos importantes.
Aprendemos a amar as pessoas sem que possamos julgá-las pela sua aparência ou modo de ser, sem que possamos (e fazemos isso inconscientemente às vezes) etiquetá-las. Há amizades profundas que são criadas assim.
Saint-Exupéry disse: "Foi o tempo que perdestes com tua rosa que fez tua rosa tão importante".
E eu digo que é o tempo que ganhamos com cada amigo que faz cada amigo tão importante. Porque tempo gasto com amigos é tempo ganho, aproveitado, vivido.
São lembranças para cinco minutos depois ou anos até. Um amigo se torna importante pra nós, e nós para ele, quando somos capazes, mesmo na sua ausência, de rir ou chorar, de sentir saudade e nesse instante trazer o outro bem pertinho da gente.
Dessa forma, podemos ter vários melhores amigos de diferentes maneiras. O importante é saber aproveitar o máximo cada minuto vivido e ter depois no baú das recordações horas para passar com os amigos, mesmo quando estes estiverem longe dos nossos olhos.
Letícia Thompson
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